Enquanto o amor repousar em nossos braços,
Já não haverá mais saudade do que passou,
Nem haverá o breve tempo do espaço,
Pois a verdade preenche e cala as brechas da dor;
Já não haverá mais saudade do que passou,
Nem haverá o breve tempo do espaço,
Pois a verdade preenche e cala as brechas da dor;
E nesse eterno e contínuo sentido de querer,
Sobreviveremos unicamente na dedicação,
De todos os anseios que nos entregavam,
Ajoelhados, nos olhares que por nós choravam;
Sobreviveremos unicamente na dedicação,
De todos os anseios que nos entregavam,
Ajoelhados, nos olhares que por nós choravam;
Haveremos de sentirmo-nos desvendados,
No repente ímpeto que surgir de cada beijo,
Restando em nós, a magia dos enamorados;
No repente ímpeto que surgir de cada beijo,
Restando em nós, a magia dos enamorados;
E ao afã dessa voracidade, exposta e desnuda,
Nossos corpos por fim, cúmplices, repousarão,
Consumidos no êxtase por todo ardor dessa paixão!
Nossos corpos por fim, cúmplices, repousarão,
Consumidos no êxtase por todo ardor dessa paixão!
Horacio Vieira
(publicado em 19/08/2008 – 07:30/São Paulo/BN)
ctt. doc. 20120377/08-F
(reescrito e republicado em 23/05/2011)
(publicado em 19/08/2008 – 07:30/São Paulo/BN)
ctt. doc. 20120377/08-F
(reescrito e republicado em 23/05/2011)


Nossos corpos por fim, cúmplices, repousarão,
ResponderExcluirConsumidos no êxtase por todo ardor dessa paixão!
Lindo,adorei... Beijos amor meu.
caro mio... penso que é possível distanciar-se do tempo passado quando os sentidos focam o tempo presente, porém, "enquanto o amor repousar em nossos braços...", tudo o que foi sempre será, não há fuga, nem onde se esconder... O tempo não tem o poder de delimitar ou anular as sensações, as experiências, mas nós, sem dúvida na voracidade de uma paixão somos consumidos em êxtase. Bjusss. Lis.
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