Ainda te julgas capaz de não me amar?
Então, se puderes, diga agora:
Por que suas noites são curtas?
Por que seus sonhos são rubros?
Por que seu corpo se inquieta na cama?
Por que sua boca me chama?
Diga que não me amas!
Ande cantando, disfarçando a minha ausência,
Pule, dance como se estivesses insana,
Possuída por um sentimento fútil,
Que lhe trará a grande sensação,
Desse falso contentamento inútil;
Ao recordares da minha boca,
Indo ao encontro da sua,
Languidamente a lhe amordaçar,
A calar-te todos gritos,
A buscar-te entre os suspiros,
Insurgindo no rebuliço de nossas peles;
Mulher, tu bem sabes,
Que em tua braveza, reside tua fraqueza,
É nela que hibernam os renegados sentidos,
A tornar-lhe a mais fogosa das estrelas;
E antes que tente, inexiste homem que lhe faça ardente,
Como eu, que já lhe toquei tão intensamente!
Um dia nos encontraremos,
Pois, mesmos perdidos nos pressentimos vivos,
E eu?...Não me queixo,
Eu sei que tua alma não me negará,
E na confissão de um silente beijo,
Uma vez mais e por fim, a mim se entregará!
Então, se puderes, diga agora:
Por que suas noites são curtas?
Por que seus sonhos são rubros?
Por que seu corpo se inquieta na cama?
Por que sua boca me chama?
Diga que não me amas!
Ande cantando, disfarçando a minha ausência,
Pule, dance como se estivesses insana,
Possuída por um sentimento fútil,
Que lhe trará a grande sensação,
Desse falso contentamento inútil;
Pobre mulher a renegar,
Que mal consegue respirar,
Na constante surpresa ao me encontrar,
Por entre os seus desejos, a lhe excitar,
Ou entre os sonhos das noites a lhe arrepiar,
Quando, então, começas a transpirar,
Que mal consegue respirar,
Na constante surpresa ao me encontrar,
Por entre os seus desejos, a lhe excitar,
Ou entre os sonhos das noites a lhe arrepiar,
Quando, então, começas a transpirar,
Ao recordares da minha boca,
Indo ao encontro da sua,
Languidamente a lhe amordaçar,
A calar-te todos gritos,
A buscar-te entre os suspiros,
Insurgindo no rebuliço de nossas peles;
Mulher, tu bem sabes,
Que em tua braveza, reside tua fraqueza,
É nela que hibernam os renegados sentidos,
A tornar-lhe a mais fogosa das estrelas;
E antes que tente, inexiste homem que lhe faça ardente,
Como eu, que já lhe toquei tão intensamente!
Um dia nos encontraremos,
Pois, mesmos perdidos nos pressentimos vivos,
E eu?...Não me queixo,
Eu sei que tua alma não me negará,
E na confissão de um silente beijo,
Uma vez mais e por fim, a mim se entregará!
Horacio Vieira
(publicado em 09/08/2008 – 01:54/São Paulo/BN)
ctt. doc. 20114307/08-F
(reescrito e republicado em 28/04/2011)
(publicado em 09/08/2008 – 01:54/São Paulo/BN)
ctt. doc. 20114307/08-F
(reescrito e republicado em 28/04/2011)

