sábado, 15 de janeiro de 2011
Amar no Intangível
Amar no Intangível
Meu coração é um cata-vento,
A esperar o amor chegar,
Os desejos sopram pensamentos,
Criam ventos, que o faz girar;
Abro o meu peito, e se preciso for,
Retiro o coração e o carrego pela mão;
Corro brincando, esquecendo qualquer dor,
Através dos prados mais lindos da inspiração;
Coração girando de emoção,
A brincar com o tempo intangível,
Reencontrando a vida na exaltação,
O amor sempre acolhe o imperceptível.
Recolha, coração, dos ventos da sensibilidade,
A rebeldia de amar, rompendo a serenidade.
Horacio Vieira
(publicado em 18/05/2008 – 03:140/São Paul/BN)
Ctt : doc.. 2009463/08-B
(reescrito e reeditado em 15/01/2011)
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Como é bom abrir o blog e encontrar novidade, mesmo que reescrita e reeditada. Bem-vindo novamente poeta, eu estou feliz! Bjuss. Lis.
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