segunda-feira, 29 de junho de 2009

Soneto da Flor Amada

Soneto da Flor Amada

Na amada flor que do meu amor germina,
Suave pétala, inocente e branca se faz,
Lindas noites em que a mulher fecunda a menina,
E na face límpida acolhe o orvalho nas manhãs em paz,

Ah, esse meu amor tão egoísta,
Lhe quer tanto, lhe dá pouco e no entanto,
É seu o encanto que lhe dá a vida,
É sua vida que lhe inspira o canto,

Deixe-me cantar a beleza dos teus dias,
Não me deixe a esperar que um sonho talvez,
Revele-me quais as noites em que virias,

És minha amada flor, mas não uma flor qualquer,
Semente que em minha poesia germina,
Flor que na minha cama, desabrocha mulher...

Horacio Vieira

3 comentários:

  1. Sempre leio seus poemas antes do trabalho. Como poderei explicar com palavras o quanto são bons, limpos, lindos, tudo o que escreve, para alguém como você que utiliza tão bem os sentimentos expressos em palavras. Todos são excelentes, sou sua fã e espero logo poder ter um livro seu, para levar comigo sempre, aonde quer que vá. Maravilhoso! Beijos, Miriam.

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  2. Que o amor sempre germine no coração dos poetas...assim teremos um jardim de poesias...Como é bom poder colher uma flor a cada poema lido!!
    Bellinho, beijinhos de sementes para germinar em seu coração...*Fada Sininho!

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  3. Hum

    Agora, vejo sentido à vida!
    Como posso amá-lo assim?
    Foi encontrando você,
    que então encontrei a mim...

    Vejo o mundo com o seu olhar,
    por isso sou tão paquerada...
    Até as flores vem me fitar...
    Fiquei mais bela...agora amada.

    O dia percebe o quanto sorrio...
    Quando sinto sua presença, concreta!!!
    Amo você...Amore Mio...
    Amo essa alma poeta...

    Então façamos um trato...
    pois vivo os segundos assim...
    Cuide de minha vida, amado!
    Que eu cuido, da sua, aqui!

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